Gustavo has already announced it, but here I come with just a few more words about it: Profusion has been working on a multimedia platform over Canola2, intended for in-car entertainment. After playing around with Canola, itself, a time ago, it has also been fun to work with this adaptation/expansion too!

I’ve managed to learn edje more and to grasp its full theming potencial. It rocks! We have architectural improvements on Canola which can be upstreamed, not far from now, I guess. One of the coolest additions was the total replacement of its thumbnailer with Profusion’s own one: Ethumb. This is a library which will soon be officially announced (it is already in Enlightenment’s code repository, but we would like to complete some small TODOs befoure going into 1.0). Besides many other things you can get with this (highly optimized) lib there are thumbnails with edje (objects) overlay borders and animated thumbnails of video files :) .

Here is one of the demo presentation recordings.

Following Etrunko, who was the most rushed :P , I must announce that Canola 2, a media player for the Nokia tablets (but not restricted to them!), was set free! It is now available under GPLv3 and its code can be reached here. There you’ll find some instructions on how to build it, made by Etrunko.

I must only warn some of you that, for reasons already raised by Etrunko there, to this date there seems to be issues regarding some of the EFL python bindings. You are encouraged to wait a little bit, until they are fixed, help to fix them or try to stick to a revision older them Enlightenment repo’s HEAD (can’t say which will work). Profusion is also going to post instructions on how to build it, it won’t take long.

Another important thing is that Google Summer of Code 2009 did accept Maemo as one of its organizations. There are project ideas on Canola 2 plugins and I have applied as a mentor to one of them. I (glima) would joyfully embrace any plugin idea on Canola, but I’m specially interested on musical stuff (blip.fm anyone, now that last.fm has lost most of it charm?) :) .

Finally, we hope you all enjoy hacking on Canola 2, which is a great piece of software!

ps.: Besides the title, no relation to catholicism (and no puns, either :P ) intended!

So, as most of you Maemo users and developers must have seen, another release of Canola 2 is out in the extras-devel repository, which was called beta11. It’s been fun to work on it! It is, for sure, one of the greatest media players out there. Soon you’ll also have the pleasure of contributing to the project, the source code release is approaching (we all hope, hehe).

All in all it’s been very exciting to work here, at Profusion. The whole team is too cool and very skilled. So, I finish this quick post, while listening to Johnny Cash on Canola, promising new cool stuff is coming out from Profusion soon, stay tuned. :)

Depois de uma longa jornada de cinco anos, mais um engenheiro de computação no globo. Agora, bola pra frente e preparação para continuar lidando com computação (no mínimo profissionalmente) para o resto da vida.

Pelo menos já venho pensando em como será minha lápide:

Como rodei um bocado pra achar um jeito de fazer isto, fica aqui registrado, para ajudar em futuras buscas.

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A bosta de se viver num mundo de software proprietário se torna mais visível quando palas destas acontecem. O formato de imagem de CD do citado aplicativo para Windows, por ser proprietário, não tem um equivalente livre para manejá-lo. Até existe uma ferramenta que faz um serviço experimental, mas meio porquinho, o ccd2iso. No entanto, a solução para fazer a coisa direito é recorrer à combinação Wine + UltraISO. Este último sabe como converter para o formato bin/cue, por exemplo, que o K3B grava “com o pé nas costas”, como diria um professor meu.

Bom, é isso aí. Se baixar algum torrent de jogo de Playstation por aí, não desanime mais, se a imagem tiver sido extraída por aquele programa escroto. Tem recurso :)

Caramba, como que uma coisa assim aparece e só dois anos depois a gente conhece.

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Estava eu acabando de ver um videozinho que dizia que foi o Africa Bambaataa que trouxe o funk para a música eletrônica (obrigado, fitas), quando descobri o grupo cujo nome está no título do artigo. Sempre rola hipocrisia e desinformação num grupinho que se acha entendido, no país, que senta o pau no movimento funk carioca, como forma musical. Desses, a maioria nem sabe o que é funk, então deixa pra lá. Eu adoro quando me lembro de ter visto que o povo do Jon Spencer Blues Explosion (agora só Blues Explosion), quando esteve no Brasil, ao ver uma apresentação de funk carioca, disse que era melhor que Dire Straits, por exemplo :) Eu, como amante de funk, reconheço a musicalidade dos cariocas, mesmo achando-a inferior ao swing “clássico” do funk norte-americano. E me divirto com a originalidade cultural do movimento.

Sabia que, mais dia, menos dia, a música deles seria fagocitada por gente com influências e referências internacionais (leia-se cair na mão de preibóis). E não é que aconteceu, em 2005? Surge esse trio curitibano prá lá de insano, mandando muito bem. Embora lembrem um pouco o estilo de Cansei de Ser Sexy (também com vocalista provocante e gostosinha atraente), eles os superam e muito. Fazem uma salada mista, com samples mais inusitados, riffs de guitarra e o escambau no meio do batidão funk a la carioca. Nos samples tem até o próprio Cansei de Ser Sexy e tem muita referência a clássicos do funk carioca, claro. Tem até referência ao Africa Bambaataa, explícita, se quer saber (misturada com Carmem Miranda). Simplesmente demais. É lógico que caiu no gosto da gringada.

Brasil é assim, música daqui mexe com o mundo. Apesar do longo período de pouca coisa que presta pelo qual passamos (ainda não saimos, oh my God), temos estilos e idéias que só nego tupiniquim mesmo. Não tô falando que isso aqui é 100% brasuca e tal, claro que tem gente lá fora que faz música escrachada no estilão (Peaches, por exemplo), mas… você me entende.

Vejam os três clipes.

E, pra fechar com chave de ouro, veja este, não oficial.

Já que está mofando isso aqui mesmo, um texto técnico-cópia.

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Quem programa ou edita arquivos-texto com freqüência, já deve ter pelo menos ouvido falar do editor de textos extensível Emacs. Embora haja divergências no meio computeiro quanto à preferência de editor de texto, o Emacs têm muitos usuários, como eu. Grande parte de sua extensibilidade se dá pela interface criada para configuração e criação de novas funções: um dialeto da linguagem Lisp, o emacs-lisp. Ainda quero aprender o basicão dessa maravilha, coisa que farei devagar.

Indo para o ponto em que quero chegar: saca o shell buffer (interpretador de comandos chamado da interface do Emacs)? Você, como eu, é bem capaz de definir variáveis de prompt, por exemplo, com cores. O Emacs, por padrão, no entanto, não interpreta como quereríamos os códigos ANSI das cores, sendo que os mesmos são impressos literalmente na tela. Para deixar o bicho colorido, como se deve, adicione as seguintes linhas (de emacs-lisp) no seu arquivo ~/.emacs:

;; Correção para cores para um shell rodando sob emacs (‘M-x shell’)

(autoload ‘ansi-color-for-comint-mode-on “ansi-color” nil t)

(add-hook ’shell-mode-hook ‘ansi-color-for-comint-mode-on)

Fica perfeito. Dica tirada daqui.

Acabo de assistir ao filme “Tropa de Elite”, de produção nacional. Infelizmente fui cúmplice de um ato ilegal, dado que o lançamento oficial do filme, nos cinemas, parece ser depois de amanhã. Na curiosidade, fui dar uma olhadinha, mas acabei não conseguindo não ir até o fim. Ainda tenho muitas dúvidas sobre o futuro da divulgação de mídia e material criativo, em geral, o que é uma coisa que está em ebulição. Logo, não me sinto um tosco total vendo a obra, sendo que venho aqui divulgá-la e homenageá-la.

Não tenho mais dúvida alguma sobre a capacidade da nossa produção de arte em vídeo, seja na forma de cinema, documentários, televisão… Na verdade já não a tinha há tempos. Com este filme, pode-se dizer que não há mais porque pagar tanto pau para um Kubrick: temos os nossos equivalentes. Está certo que os nossos roteiros não são, ainda, tão abrangentes como os dos estadunidenses, mas é só questão de grana, pois talento sobra. Voltando a Kubrick, digo sem medo que “Full Metal Jacket” não retrata uma guerra de forma tão crua e, ao mesmo tempo, tão sentida como neste filme. Enquanto lá se falava da guerra no Vietnã, em “Tropa de Elite” fala-se da guerra entre policiais e traficantes, nas favelas cariocas.

Confesso que aprendi muito sobre a realidade desta guerra. Não dava pra saber da complexidade e do naipe da tensão que existe entre as forças só com noticiários e o senso-comum. Não sabia nem que o BOPE existia. O símbolo do batalhão faz jus à situação daquela guerra. Assim como naquele artigo, concordo que devem ser um dos batalhões mais treinados para matar do mundo. “Born to Kill” do Kubrick de cu é rola, me desculpem a expressão, aliás muito bem usada no filme.

Apesar de me empolgar com obras audaciosas como esta no nosso cinema, fico triste sobre os temas recorrentes. Mas não posso tirar muito a razão dos roteiristas, pois é, de fato, uma realidade nacional. Como a indústria não é burra, sabem que relatar a desgraça vende mais que relatar o belo do país. Espero continuar vendo excelentes produções como esta, com temas mais amenos, melhor seria. Temos de rezar e fazer nossa parte para que a situação daquele povo, os inocentes no meio, não persista naquele inferno. E que os vegetarianos (os que defendem a causa dos animais) que usam drogas não sejam surpreendidos tão friamente, pela polícia da coerência, como seriam pelo BOPE. Financiar uma guerra destas é de dar vergonha em qualquer um.

Acabo de conhecer o trabalho — fantástico — de Theo Jansen. Ele é um artista/engenheiro, mais especificamente um escultor cinético, que cria estruturas conhecidas como Strandbeesten (animais da praia). Ressalte-se, aqui, a indistinguibilidade entre a verdadeira engenharia e a arte, algo que precisa ser melhor compreendido tanto pelos estudantes de engenharia quanto pelo resto da sociedade.

Este cara criou lindos modelos de autômatos (não os autômatos da Teoria da Computação, os quais andei estudando) feitos de materiais comuns. A fonte de energia desses bichos, o que os torna belos, é a solar (na forma de vento). Não bastasse os movimentos das criaturas, tão mecanicamente harmoniosos, de forma a imitar pernas (ou patas) reais, eles exibem capacidade de armazenamento de energia e de resposta a situações adversas, como tempestades.

Como já se disse por aí, também considero o fita um Da Vinci moderno, um gênio. Trabalhos inspirados no dele já foram feitos, sendo que o mais bonito que vi foi um cavalo de papel. Sinais de evolução intelectual sublimes como estes, juntamente com o bem mais lento progresso moral do povo, são coisas que me deixam jubiloso. Vejam, a seguir, vídeos que ilustram estas criaturas.

Hoje estou feliz (mais que na média). Meu orientador disse que fará proposta a uma editora de publicação do meu projeto, como livro. Se aceito, isso será feito após inclusão de conteúdo e revisão feitos por ele e, para mim, faltará apenas ter um filho e plantar uma árvore.

“Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou…”